Respostas diretas

Dúvidas frequentes

As perguntas que mais recebemos nos grupos, já respondidas. Se a sua dúvida é sobre o seu caso concreto, o caminho é a análise individual.

Não. Quando há indicação médica, a reparadora é a etapa final do tratamento da obesidade. O STJ firmou esse entendimento em julgamento repetitivo (Tema 1.069) para os casos pós-bariátrica: o plano não pode negar alegando finalidade estética.

Sim. O direito às reparadoras nasce da sequela e do caráter funcional da cirurgia, não da forma como você emagreceu. O excesso de pele de quem perdeu 40 quilos com medicação é o mesmo de quem perdeu com a bariátrica, e o fundamento que o STJ firmou (Tema 1.069) é exatamente esse: a cirurgia reparadora é parte do tratamento, não estética.

Na prática, o que muda é a comprovação: quem não operou precisa do laudo da perda de peso, demonstrando a origem e a estabilidade do emagrecimento. É o que mostramos na trilha da reparadora sem bariátrica.

Desde a Lei 14.454/2022, o rol da ANS não funciona como lista fechada. Havendo prescrição médica e comprovação da eficácia do tratamento, a negativa baseada apenas no rol pode ser questionada.

Escrevi um artigo completo sobre isso: O rol da ANS agora é taxativo? Perdi o direito às minhas cirurgias reparadoras?

Existem regras e limites legais para carência e para a alegação de doença preexistente. Muitas negativas com esses argumentos não se sustentam quando confrontadas com a lei e com o contrato. Guarde a negativa por escrito e busque análise.

Não existe prazo garantido e desconfie de quem prometer um. O tempo varia conforme o estado, a vara, o caso e a necessidade de urgência. O que você pode e deve exigir de quem conduz o seu processo é clareza sobre cada etapa e sobre o andamento.

Quando a espera ultrapassa o razoável e há risco à saúde, é possível cobrar judicialmente que o poder público cumpra seu dever constitucional. Os comprovantes da fila e o laudo médico são a base dessa análise.

Os laudos médicos, principalmente o do cirurgião plástico e o psicológico, as fotos das regiões afetadas, o exame da parede abdominal se houver diástase, os protocolos de atendimento do plano, as negativas por escrito e os comprovantes da fila do SUS.

Não. A comunidade é gratuita: o grupo e todo o conteúdo do site. Os guias e materiais da loja são opcionais e pagos à parte. A conversa sobre o seu caso é um atendimento separado da comunidade e só acontece se você pedir.

Não. O conteúdo aqui é educativo e serve para você entender seus direitos e se organizar. A avaliação do seu caso concreto e a condução de qualquer processo exigem advogado.

O direito da saúde tem regras, prazos e estratégias próprias. Por isso, vale procurar quem tem experiência em direito da saúde e atua com demandas contra planos de saúde e SUS: conhece as barreiras dos planos, os laudos que os juízes esperam encontrar e o momento certo de cada medida.

Sua dúvida é sobre o seu caso?

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